ATIVIDADES DO EIXO 3 - MEIO AMBIENTE E SAÚDE

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sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

JOGO MISSÃO BIOMA


A TV Globo anunciou o lançamento de Missão Bioma, o primeiro newsgame da empresa. O jogo vai colocar o telespectador para interagir diretamente com o conteúdo visto nos programas do projeto Globo Natureza, proporcionando a ele uma experiência divertida.
Em Missão Bioma você será o grande defensor da natureza, tendo que atuar sobre os biomas brasileiros, ou seja, na Amazônia, Cerrado, Caatinga, Pantanal, Mata Atlântica e Pampas.
O detalhe mais importante e interessante de Missão Bioma é o fato de gerar uma interação com o conteúdo do Globo Natureza, tanto o que é visto nos programas da televisão quanto no conteúdo do site. A parte mais divertida fica por conta com game, de estilo defesa da torre, que contará com a participação de amigos através de redes sociais.
O objetivo do game é impedir que a poluição e desmatadores tenham acesso as nossas riquezas naturais. Para ajudar os gamers nessa luta, será possível contar com o auxílio de poderosos aliados, como árvores atiradoras de nozes, uma flor que gera energia, um limão bem azedo, perfeito para mandar a poluição para longe, e muito mais.
A idéia do game é fazer com que o jogador tenha uma experiência complementar do conteúdo que foi consumido na TV Globo. Desse modo, todas as marcas que patrocinam o projeto na TV também terão espaço no game. Além disso, Missão Bioma irá receber novos conteúdo com frequência, deixando ele sempre com novidades para os jogadores.




Clique aqui (http://missaobioma.g1.globo.com)para jogar Missão Bioma.


Apesar do conteúdo ter enfoque no que foi mostrado, apresentado ou visto na TV Globo, o mais importante é que se trata de um instrumental muito bom para ser utilizado em nossas práticas pedagógicas, pois estão presentes notícias, vídeos, artigos, comentários de especialistas, além de termos também uma agradável apresentação visual. Penso ser uma oportunidade muito boa para interação nas redes sociais e aplicação de conceitos e conteúdos pertinentes à Educação Ambiental de forma limpa e sustentável.


Publicado por:
Heber Odahyr

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

INDICAÇÃO GEOGRÁFICA VALORIZA O PRODUTO AGROPECUÁRIO

Indicação Geográfica valoriza o produto agropecuário
13 de janeiro de 2012 - 14:10h 

Autor: Assessoria 

Presunto italiano de Parma, queijo Roquefort e Champagne francês são produtos reconhecidos em todo o mundo pela sua forte marca e características exclusivas. No Brasil, a cachaça de Paraty, o café do Cerrado Mineiro e o vinho do Vale dos Vinhedos são exemplos de alimentos com registro de Indicação Geográfica (IG). A certificação confere qualidades específicas do local de produção, o que atribui reputação, valor e identidade própria, além de distinguir os produtos em relação aos seus similares disponíveis no mercado. São itens que apresentam uma qualidade única em função de características naturais como solo, vegetação, clima e saber fazer (know-how).
O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) apoia e fomenta as ações para a concessão de selo para Indicação geográfica (IG). O Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI) é a instituição que concede o registro e emite o certificado. Existem duas espécies ou modalidades de Indicação Geográfica: “Indicação de Procedência (IP)” e “Denominação de Origem (DO)”. No Brasil, sete produtos receberam selos de IG na espécie "Indicação de Procedência" e um produto recebeu na espécie "Denominação de Origem".
Os produtos com registro na modalidade Indicação de Procedência são os vinhos e espumantes do Vale dos Vinhedos (RS), café do Cerrado Mineiro, carne e derivados do Pampa Gaúcho, cachaça de Paraty (RJ), uva de mesa e manga do Vale do Submédio São Francisco (BA e PE), couro acabado do Vale dos Sinos (RS) e vinhos e espumantes de Pinto Bandeira (RS). Já o produto com registro em Denominação de Origem é o arroz do Litoral Norte Gaúcho.
O primeiro passo do Ministério para apoiar as ações de Indicação Geográfica é diagnosticar produtos com potencial de IG. Esse levantamento considera a importância social, cultural e econômica para a região, bem como o atendimento aos requisitos para proteção de indicação geográfica. Além disso, para dar suporte técnico aos produtores no processo de Indicação Geográfica, o Mapa treina fiscais federais agropecuários atuantes no Serviço de Política e Desenvolvimento Agropecuário (SEPDAG) e outras áreas afins, além dos investimentos na capacitação em Propriedade Intelectual, envolvendo representantes de entidades parceiras e de empresas vinculadas.

Arroz

Um dos produtos que recentemente (final de 2010) recebeu o registro de Indicação Geográfica foi o arroz do Litoral Norte Gaúcho. O reconhecimento do arroz gaúcho na modalidade de IG como Denominação de Origem contou com o apoio de diversas instituições como a Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), o Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), o INPI - que concede o registro -, além do Ministério da Agricultura. O Mapa presta assessoria técnica às associações de produtores a fim de que eles atendam aos requisitos da IG. No caso do arroz gaúcho, treinamentos promovidos por técnicos do ministério abordaram a organização da produção e incentivaram medidas de agregação de valor e diferenciação do produto.
A principal peculiaridade do arroz produzido no litoral norte gaúcho é a maior percentagem de grãos inteiros e a baixa taxa de gessamento, que confere maior translucidez e cor branca mais intensa ao grão. Essas características são verificadas devido à influência dos ventos, da temperatura e da umidade que predominam na área. O vento constante e a quantidade abundante de água na região, pela proximidade com a Lagoa dos Patos e o Oceano Atlântico, proporcionam clima e temperaturas estáveis. Essas condições são ideais para o cultivo do arroz, reconhecido e valorizado pelos atacadistas e beneficiadores de todo o país, como produto de melhor qualidade e maior rendimento.


Publicado por:
Heber Odahyr

TRABALHO DE PROFESSOR DO INBIO É CAPA DO AUSTRALIAN JOURNAL OF BOTANY

O estudo "Protein content and electrophoretic profile of insect galls on susceptible and resistant host plants of Bauhinia brevipes Vogel (Fabaceae)" - sobre tumores vegetais em plantas, do Prof. Dr. Jean Carlos Santos, do Inbio foi escolhido para ser capa do renomado Australian Journal of Botany dada sua relevância e importância. Veja resumo abaixo!!!

Protein content and electrophoretic profile of insect galls on susceptible and resistant host plants of Bauhinia brevipes Vogel (Fabaceae)

Michelle de Lima Detoni, Eveline Gomes Vasconcelos, Ana Carolina Ribeiro Gomes Maia, Michélia Antônia do Nascimento Gusmão, Rosy Mary dos Santos Isaias, Geraldo Luiz Gonçalves Soares, Jean Carlos Santos and G. Wilson Fernandes


CSIRO PUBLISHING - Australian Journal of Botany

http://www.publish.csiro.au/index.cfm
Australian Journal of Botany
Volume 59 Number 6 2011





Teor de proteína e perfil eletroforético de galhas de insetos em plantas hospedeiras suscetíveis e resistentes de Bauhinia brevipesVogel (Fabaceae)

Michelle de Lima Detoni A F , Eveline Gomes Vasconcelos A , Ana Carolina Ribeiro Gomes Maia A , Michelia Antônia do Nascimento Gusmão A , Rosy Mary dos Santos Isaias B , Geraldo Luiz Gonçalves Soares C , Jean Carlos Santos D e G. Wilson Fernandes E 

Um Laboratório de Estudos de Estrutura e FUNÇÃO de Proteínas, Departamento de Bioquímica, ICB, Universidade Federal de Juiz de Fora, Juiz de Fora, MG, Brasil. 
B
 Departamento de Botânica, ICB, Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte , MG, Brasil. 
C
 Departamento de Botânica, IB, Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, RS, Brasil. 
D
 Instituto de Biologia, Universidade Federal de Uberlândia, Uberlândia, MG, Brasil. 
E
 Laboratório de Ecologia Evolutiva e Biodiversidade / DBG, ICB, Universidade Federal de Minas Gerais, CP 486, Belo Horizonte, MG 30161 901, Brasil. 
F
 Autor para correspondência. E-mail: michelledetoni@yahoo.com.br 

Australian Journal of Botany 59 (6) 509-514 http://dx.doi.org/10.1071/BT11104 
Enviado: 08 de abril de 2011 Aceito: 25 jul 2011 Publicado em: 05 de outubro de 2011




Abstract
Indução Gall, mediada por estímulos inseto herbívoro-químicas, é o resultado de alterações anatômicas e bioquímicas nos tecidos da planta hospedeira que fornece abrigo, comida e defesa contra inimigos naturais e do ambiente hostil para o indutor fel. Schizomya macrocapillata Maia (Diptera, Cecidomyiidae) induz galhas em Bauhinia brevipes Vogel (Fabaceae); as galhas são esféricas, com longos cabelos avermelhados que cobrem a superfície da parede adaxial da bílis, e uma protuberância é observada na superfície inferior das folhas. Algumas plantas são resistentes à formação de fel e, em muitos casos, esta formação é inibida pela reação de hipersensibilidade. No presente trabalho, amostras de diferentes partes dos tecidos não-galhas e galhas de plantas resistentes e suscetíveis foram cuidadosamente dissecadas. Indicando atividade metabólica elevada, a concentração de proteína foi 1,5-4,5 vezes maior na porção abaxial das galhas do que em quaisquer outros tecidos, independentemente de as galhas eram de plantas resistentes ou suscetíveis. Diferentes tecidos de plantas resistentes e suscetíveis apresentaram concentrações de proteínas distintas, e o fracionamento das proteínas por SDS-PAGE e coloração de prata mostrou compartilhada e / ou polipeptídeos específicos. Nossa hipótese de que proteínas específicas, possivelmente a partir de distintas vias metabólicas, estão envolvidos em processos fisiológicos que determinam se a planta mostra a resistência total do hospedeiro e / ou parcial para o ataque de insetos-irritante.


Referências

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Heber Odahyr

BALANÇO DAS ATIVIDADES DA UFU EM 2011

Reportagem feita pela TV UNIVERSITÁRIA com o Reitor Prof. Alfredo Júlio Fernandes Neto. O tema foi as realizações feitas pela UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA em 2011 e as perspectivas para 2012.




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Heber Odahyr

domingo, 8 de janeiro de 2012

Cartão de Natal - HidroEx - 2011

Um mundo melhor é sempre possível, se nos dermos as mãos.
Em 2012, pense, sinta e faça acontecer!

Feliz Natal e Próspero Ano Novo!!!!









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Heber Odahyr

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Veja como fazer festas de fim de ano mais sustentáveis!


Presentes, refeições, produtos de papel, flores, viagens, bebidas, fogos, enfeites, roupas. Cada cerimônia provoca um impacto ambiental extraordinário.


Equipes Akatu e Eixo-3 - MAS - 21/12/2011







Você já pôs na ponta do lápis seus gastos para as festas de fim de ano?
Segundo dados do “Estado do Mundo – 2010”, produzido pelo Wordwatch Institute (WWI) e publicado em português pelo Akatu e agora lembrado pelo Eixo 3 - MAS,  só os americanos, com 5% da população mundial, abocanham uma fatia de 32% do consumo global. Se todos vivessem como os americanos, o planeta só comportaria uma população de 1,4 bilhão de pessoas. Nossas classes A e B+ têm padrão de consumo semelhante. Esse excesso tende a se repetir nas festas.
Portanto, ao começar a planejar sua festa, lembre-se dos “DEZ Rs” do consumo consciente:
1.  reduzir,
2.  reutilizar,
3.  reciclar,
4.  respeitar,
5.  refletir,
6.  reparar
7.  responsabilizar-se
8.  retribuir informações
9.  reorganizar suas prioridades
10. recompor tudo que lhe é precioso


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Heber Odahyr

Veja como diminuir resíduos de agrotóxicos nos alimentos

Recomendação é lavar os produtos em água corrente; apenas olhando é praticamente impossível identificar vestígios dos pesticidas.


Equipe Akatu - 21/12/2011

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) divulgou na terça-feira (6/12), resultados de um estudo que identificou contaminação por agrotóxicos em amostras de 17 dos 18 alimentos analisados. A olho nu não é possível identificar essas substâncias nos produtos, e a exposição a elas pode causar sérios danos à saúde humana.



“Além de não ser possível identificar alimentos que foram produzidos com uso de agrotóxicos, também não dá para eliminá-los. Mas é possível diminuir a presença deles nos produtos com uma boa lavagem”, afirma Sidinea Cordeiro de Freitas, engenheira química e especialista em análise de resíduos em alimentos da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa).
A pesquisadora alerta ainda que apenas os resíduos presentes na superfície do alimento podem ser removidos parcialmente e que alguns vegetais absorvem algumas substâncias químicas dos agrotóxicos. “Isso quer dizer que, mesmo fervendo o alimento, não tem como eliminar a presença dessas substâncias”, explica ela.
Veja abaixo, dicas da Embrapa de como lavar os vegetais para diminuir os resíduos tóxicos:
1.        Durante pelo menos um minuto, esfregue a fruta ou legume com uma esponja ou escova e detergente neutro. No caso de folhas como a couve, use as mãos;
2.        Em seguida, enxágue em água corrente por mais três minutos;
3.        O passo seguinte consiste em colocar o produto imerso em solução de água clorada durante 15 minutos;
4.        Para completar o processo de desinfecção, esfregue novamente (desta vez sem detergente) por cerca de um minuto embaixo de água corrente.
E é preciso não esquecer que, a única maneira de eliminar totalmente os agrotóxicos dos vegetais é comprar alimentos que sejam certificados como orgânicos.

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Heber Odahyr

COMÉRCIO DA VIDA SILVESTRE: O ÉTICO E O ILEGAL


Artigo publicado originalmente no Jornal do Brasil / JB Online - em 04/03/2009
Comércio da vida silvestre: o ético e o ilegal
Dener Giovanini

A Rede Nacional de Combate ao Tráfico de Animais Silvestres (Renctas) completa, em 2009, 10 anos de atuação no combate a essa atividade criminosa que tantos danos causa a nossa biodiversidade. Nesse período acumulamos experiência e adotamos várias estratégias no sentido de obtermos êxito em nossos objetivos.

As vitórias foram maiores que as derrotas. Conseguimos lançar luz sobre um tema até então pouco falado e conhecido no Brasil. Mobilizamos a opinião pública com o apoio da imprensa e obtivemos grande sucesso diante da necessidade de construirmos uma política pública eficaz para enfrentar esse problema. Foram quase 4 mil agentes públicos treinados em 17 workshops realizados no país, diversas publicações sobre o assunto e incontáveis ações destinadas a contribuir com a formação de uma nova consciência ambiental.

Hoje, percebemos que estamos diante da necessidade de uma nova forma de atuação. Não adianta mais nos repetirmos. O que precisava ser feito, o foi, com ousadia, determinação e seriedade. Hoje o Brasil sabe que o tráfico de animais existe e que o mesmo não é apenas uma maneira alternativa e inocente de um cidadão ganhar um dinheirinho extra. As CPIs das quais tivemos oportunidade de participar e contribuir constataram a abrangência dessa atividade ilícita e, principalmente, o nível altamente profissional das quadrilhas que atuam nesse ramo, muitas vezes associadas ao tráfico de armas e de drogas.

A necessidade de uma nova postura e atuação frente a esse crime ambiental origina-se, principalmente, no fato de precisarmos buscar uma alternativa eficiente que impacte diretamente na diminuição da demanda por parte da sociedade. A legislação ambiental precisa ser aprimorada e a repressão mais aparelhada, mas em essência, só isso não basta. A diminuição da demanda passa necessariamente por duas discussões fundamentais: uma forte iniciativa educativa, no sentido de desestimular a compra, pela sociedade, de animais oriundos do comércio ilegal e, a mais polêmica: definir claramente o papel da criação comercial no combate ao tráfico de animais silvestres.

Parte do movimento ambientalista não admite sequer debater a segunda alternativa. Alegam que o comércio legal é antiético por comercializar a vida, que gera lucros exorbitantes para os criadores e que os preços praticados no mercado legal – altíssimos – não afastam o consumidor do mercado ilegal.

Esses argumentos merecem respeito e, principalmente, reflexão. Porém, é necessária uma visão anticartesiana. Uma reflexão com base em fatos e não apenas em paixões. A começar devemos – sempre importante – lembrar que vivemos numa democracia, onde existem leis que nos garantem o respeito às diferenças. E a lei, nesse caso, garante ao cidadão o direito de possuir um animal silvestre de forma legal, oriundo de um criadouro devidamente credenciado pelo Ibama.

Os tais lucros exorbitantes dos criadouros, que agem dentro da lei, não parecem corresponder à realidade, uma vez que o investimento numa criação comercial é uma atividade bastante onerosa, o que explica, em parte, o alto preço de venda desses animais. E o mercado consumidor, apesar de ser imenso, na prática ainda é tímido. A burocracia brasileira ainda emperra o crescimento do setor.
Quanto ao "comércio de vidas" é um argumento baseado em convicções pessoais, para o qual não existe a possibilidade de debate. E em conflitos que envolvem moral e ética invoca-se o respeito à diferença, ou seja, a aplicação da lei. Se a lei existe, certa ou errada, deve ser cumprida e, neste caso especifico, a nossa legislação, como já dito, permite o comércio da fauna silvestre. Assim como permite o comércio de outros tipos de vida, como a madeira, o frango, o boi e o escargot. Cabe a cada um apenas aplicar a sua consciência pessoal no momento de optar pela aquisição ou não de um animal silvestre oriundo de criadouro. Aos que discordam, cabe apelar ao parlamento para que a lei seja mudada.
O Brasil não irá avançar no combate ao tráfico de animais silvestres – e num plano geral, na conservação da biodiversidade – enquanto não adotar uma posição clara e objetiva sobre a criação comercial. É necessário que se tenha coragem política para assumir uma postura definitiva, mesmo que seja uma decisão que desagrade os gregos ou os troianos. A falta de transparência só favorece àqueles que se alimentam da obscuridade.

A Renctas está disposta ao debate público. Mas que seja um debate que se concentre em soluções democráticas para o país, e não apenas em interesses setoriais de ambientalistas ou de criadores. Não se trata de discutir se permite-se ou não a criação comercial – isso a lei já definiu – mas é necessário que o governo estabeleça quais serão as regras a serem seguidas e quais os seus planos para uma fiscalização eficiente do setor, que expurgue desse meio aqueles que só querem uma fachada legal para enriquecer às custas da ilicitude. Hoje, quem se dedica a criação de fauna silvestre no Brasil com o objetivo de realizar um trabalho honesto, correto e dentro da lei, sejam criadouros comerciais, conservacionistas ou científicos, serão os primeiros aliados do governo na implementação de uma ação mais rígida na fiscalização.
E, se de fato, o governo federal quer alçar a criação comercial da fauna silvestre numa alternativa ao comércio ilegal, deverá obrigatoriamente implementar, através do BNDES, uma linha de crédito para financiar o setor e criar as condições necessárias para que os preços praticados no mercado sejam mais acessíveis ao consumidor.
Esse é o desafio para os próximos 10 anos da Renctas: ajudar a construir um país de verdade, onde o faz-de-conta perca espaço para ações corajosas e inovadoras na busca de soluções que a mantenham sempre no caminho da sua missão contribuir para a conservação da nossa rica biodiversidade.

Dener Giovanini é fundador e atual Coordenador Geral da Renctas.
www.renctas.org.br 


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Heber Odahyr

As florestas e o aquecimento global

As florestas e o aquecimento global

Filme Oficial do Ano Internacional das Florestas. Dirigido por Yann Arthus-Bertrand para as Nações Unidas.




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FELIZ 2012 - MENSAGEM DO EIXO 3

Nós do Eixo-3 - Meio Ambietne e Sáude, desejamos a TOD@S que no ano de 2012 continuemos trabalhando juntos por um ambiente mais saudável, lutando com pessoas com ideais sustentáveis e um Brasil com mais matas, florestas, rios, biomas e um futuro cada vez melhor.












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Heber Odahyr

Paródia: Tempestade em Copo D'água?

Alunos de engenharia civil e economia da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas), defensores da construção da usina de Belo Monte no rio Xingu (PA), produziram vídeo em resposta ao projeto "Gota D'Água", que reúne atores da TV Globo numa campanha contra a instalação da hidrelétrica.
No vídeo, os estudantes usam roteiro semelhante ao utilizado na gravação dos artistas.
O grupo criou ainda o movimento "Tempestade em Copo D'Água", uma sátira a campanha original.
Sobre o alagamento de área verde para a instalação da usina, os alunos argumentam que a "floresta já vem sendo desmatada ilegalmente na Amazônia a troco de nenhum ganho econômico e social". Eles defendem ainda o "emprego de recursos gerados pela usina em benefícios para a região".
Para Sebastião de Amorim, professor da Unicamp que participa do vídeo, "Belo Monte será um belíssimo projeto sobre os aspectos econômico, social e ambiental".
Em nota, a Unicamp disse que o vídeo é de responsabilidade do grupo Tempestade em Copo D'Água e que não tem vínculo com a universidade.
Veja o vídeo da sátira:




 Fonte: Folha.com - 29/11/2011

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Heber Odahyr