ATIVIDADES DO EIXO 3 - MEIO AMBIENTE E SAÚDE

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sábado, 11 de fevereiro de 2012

IV SIMPÓSIO DE BIOMONITORAMENTO AMBIENTAL E ECOTOXICOLOGIA


IV SIMPÓSIO DE BIOMONITORAMENTO
AMBIENTAL E ECOTOXICOLOGIA




APRESENTAÇÃO
O IV Simpósio de Biomonitoramento Ambiental - Ecotoxicologia será realizado nos dias 16 e 17 de Junho de 2012, no Auditório do Centro de Ciências Jurídicas e Econômicas (CCJE) da Universidade Federal do Espírito Santo em Vitória-ES. Este evento será promovido pela UFES por meio do Laboratório de Malacologia/DCBio e o Instituto APLYSIA.
A utilização cada vez mais acentuada de produtos como fármacos, praguicidas, cosméticos, corantes e muitos outros, resultantes das atividades humanas, têm comprovadamente causado um aumento nas taxas de contaminação ambiental, afetando todos os seres vivos, desde microorganismos, plantas, até seres humanos.
Por outro lado, a preocupação com a degradação ambiental tem levado ao desenvolvimento de métodos e técnicas que permitem identificar e quantificar esses produtos além de avaliar as conseqüências do seu uso para a saúde do meio ambiente.
O Estado do Espírito Santo, por se tratar de um estado bastante industrializado, com atividades crescentes na área portuária e com uma importante vocação para produção agrícola apresenta-se hoje em estado de risco eminente provocado por essas atividades.
Assim, no IV Simpósio de Biomonitoramento Ambiental- Ecotoxicologia, profissionais, técnicos, estudantes de graduação e pós-graduação e demais interessados poderão discutir, aprender e difundir as técnicas utilizadas para biomonitoramento ambiental, além de discutir metodologias e medidas mitigadoras, as quais remetam a recuperação e preservação dos ecossistemas.
TEMAS ABORDADOS               
Durante o evento, profissionais da área de Ecotoxicologia/Biomonitoramento e Gerenciamento Costeiro de vários estados do Brasil irão abordar temas como estrutura de comunidades; poluição atmosférica; contaminação do sedimento; contaminação e ecotoxicologia na água doce e marinha; contaminação em áreas portuárias e seus impactos sobre a biota e sobre as comunidades humanas.
PÚBLICO ALVO
Serão abertas 250 vagas para inscrições, e o Simpósio será destinado a técnicos de órgãos ambientais, empresas privadas, professores, estudantes de graduação, de pós-graduação e profissionais das áreas de Ciências Biológicas, Geografia, Oceanografia, Química, Educação Ambiental, Engenharia Ambiental, Engenharia Agronômica, Direito, dentre outros, além de membros da comunidade em geral.

PROGRAMAÇÃO CONFIRMADA


Sábado, 16 de Junho de 2012
8:00 – Abertura da Secretaria.
Recepção aos participantes, entrega de material. Café da Manhã.

9:00 – 9:30 – Abertura oficial.
Representantes da UFES, IEMA, Sociedade Brasileira de Ecotoxicologia, Conselho Regional de Biologia, FAPES, FACITEC e Comissão organizadora.

Sessão 1: Contaminação por poluentes atmosféricos

9:30 – 10:10 – Palestra 1 - Dra. Mary Rosa Rodrigues de Marchi (UNESP- ARAQUARA).
Título: A influência das queimadas de cana-de-açúcar no aporte ambiental de HPAs.

10:10 – 10:50 - Palestra 2 - Dr. Gilberto Fillmann (FURG).
Título: Rede Latino-americana de monitoramento de POPs.

Sessão 2 : Ecossistema Terrestre

10:50 – 11:30 - Palestra 3 - Dra. Aline Campagna (APLYSIA).
Título: Diagnóstico ambiental e avaliação de risco: importância dos ensaios ecotoxicológicos utilizando organismos aquáticos e terrestres em sistemas isolados e integrados.

11:30 12:10 - Palestra 4 - Dr. Guilherme Julião Zocolo (UNESP- ARAQUARA).
Título: Fotoestrógenos da soja no ambiente e correlação com atividade estrogênica.

12:10 – 14:00 – Almoço

Sessão 3: Ecossistema Marinho


14:00 – 14:40 – Palestra 5 - Dr. Charrid Resgala (Univali-SC).
Título: Análise integrada da qualidade do sedimento do baixo estuário do Rio Itajaí-açu: ecotoxicologia, metais e comunidade bentônica. 


14:40 – 15:20 - Palestra 6 - Dr. Bruno Corrêa Pereira (Petrobrás/CENPES/PDEDS/AMA). Laboratório de Ecotoxicologia.
Título: Biomonitoramento para avaliação ambiental do lançamento de efluentes da indústria de óleo e gás em áreas marinhas.

15:20 – 15:50 – Intervalo

Sessão 4: Água doce

15:50 – 16:30 - Palestra 7  - Dra. Mary Rosa Rodrigues de Marchi (UNESP- ARAQUARA).
Título: Fármacos no ambiente: situação no Brasil. 

16:30 – 17:10 - Palestra 8  - Dra. Clarice Maria Rispoli Botta (USP-São Carlos).
Título: A ecotoxicologia como ferramenta de avaliação e monitoramento de ecossistemas aquáticos.

Sessão 5: Biomarcadores

17:10 – 17:50 -  Palestra  9   - Dra. Zilma Maria de Almeida Cruz (UVV-ES).
Título: Alterações enzimáticas em Holoturia grisea como estratégia de monitoramento ambiental.

17:50 – Encerramento 1º dia

Domingo, 17 de Junho de 2012

Sessão 6: Ecossistema Aquático Continental

9:00 –10:15 - Palestra 10   - Dr. Gilberto Barroso (UFES).
Título da Palestra: Gradientes flúvio-estuarinos e os fluxos de poluentes e contaminantes.


10:15 -  10:45 – Intervalo


10:45 – 11:30 - Palestra 11  - Dr. Jean R.D. Guimarães (UFRJ). 
Título da Palestra: Hg na Bacia do Tapajos: não há resposta certa para pergunta errada.

11:30 – 13:30 - Almoço 

Sessão 7: Áreas portuárias

13:30 – 14:20 – Palestra 12  - Dr. Gilberto Fillmann (FURG).
Título: Monitoramento do Porto de Rio Grande: Microcontaminantes.

14:20- 15:00 – Palestra 13   - Doutoranda Mercia Barcellos da Costa (UFES).
Título: Contaminação  por antifoulings em áreas portuárias e costeiras no Espirito Santo.

15:00 – 15:50 – Palestra 14  - Dr. Paulo Roberto A. Tagliani (FURG).
Título: Impactos socioambientais das atividades portuárias. Estudo de caso: o Porto do Rio Grande.

15:50 – 16:20 – Intervalo

Sessão 8: Controle Ambiental de Dragagens

16:20 – 17:00 – Palestra 15 - Ocean. Ubiratan de Freitas (IEMA-ES).
Título da Palestra: Biomonitoramentos para controle de dragagens no ES: um estudo de caso.

17:00 – 17:40 – Palestra 16  -  Dra Marta C. Lamparelli (CETESB-SP).
Título: Biomonitoramento das atividades de dragagem no estado de São Paulo.


17:40 – 18:00 – Debate

18:00 – Encerramento do IV Simpósio.


LOCAL E DATA
O evento acontecerá nos dias 16 e 17 de Junho de 2012 e será realizado na cidade de Vitória – Espírito Santo, no Auditório do Centro de Ciências Jurídicas e Econômicas Prof. Manoel Vereza, da Universidade Federal do Espírito Santo. 


Endereço:

Campus Universitário Alaor Queiroz de Araújo
Av. Fernando Ferrari, 514
Goiabeiras – Vitória – ES

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Heber Odahyr

ESCOLAS NÃO PODEM FICAR À MARGEM DA EVOLUÇÃO TECNOLÓGICA


Terra Educação, 09/02/2012 

Mercadante: escola não pode ficar à margem da evolução tecnológica

O ministro da Educação, Aloizio Mercadante, disse nesta quinta-feira que a velocidade tecnológica é muito maior do que a capacidade que a escola tem de processá-la. Apesar disso, segundo ele, a escola não pode ficar à margem da evolução tecnológica. Na semana passada, Mercadante anunciou que o Ministério da Educação (MEC) vai investir, este ano, cerca de R$ 150 milhões na compra de 600 mil tablets para uso dos professores do ensino médio de escolas públicas federais, estaduais e municipais. A tecnologia, afirmou, vai ser tão mais eficiente quanto forem os cuidados pedagógicos e quanto maior for o envolvimento dos professores no processo. 

"Estamos definindo que, na educação, a inclusão digital começa pelo professor", disse Mercadante. Para isso, o MEC já formou mais de 300 mil professores em tecnologias da comunicação e informação, em cursos de 360 horas. Além disso, o serviço de internet banda larga foi instalado em 52 mil escolas públicas urbanas. Com a entrega de novas tecnologias da informação, professores e escolas públicas terão acesso, por meio dos tablets, a conteúdos educacionais colocados à disposição no Portal do Professor. São aproximadamente 15 mil aulas, criadas por educadores e aprovadas por um comitê editorial do MEC. Além disso, o ministério oferece o Banco de Objetos Educacionais e o Domínio Público, que entre outras obras dispõe da coleção Educadores. Na Fundação Lemann, são traduzidas aulas de matemática, física, biologia e química elaboradas pelo professor indiano Salman Khan, responsável por desenvolver material pedagógico com abordagens inovadoras. 

Computador interativo - O MEC também ampliará a distribuição do computador interativo, equipamento que reúne projetor, microfone, DVD, lousa e acesso à internet. Unidades desse computador já foram distribuídas nas escolas de ensino médio. No segundo semestre, chegarão os tablets, em modelos de sete ou dez polegadas, coloridos, com bateria para até seis horas, peso abaixo de 700 g, tela multitoque, câmera e microfone para trabalho multimídia, saída de vídeo e conteúdo pré-instalado, entre outras características. Aos computadores serão integradas as lousas eletrônicas, compostas de caneta e receptor. Acopladas ao computador interativo, elas permitirão ao professor trabalhar o conteúdo disponível em uma parede ou quadro rígido, sem a necessidade de manuseio do teclado ou do computador. 

Projeto-piloto - A entrega dos equipamentos digitais a professores e escolas integra o projeto Educação Digital - Política para Computadores Interativos e Tablets. Ele surgiu para oferecer instrumentos e formação aos professores e gestores das escolas públicas relativos ao uso intensivo das tecnologias de informação e comunicação (TICs) no processo de ensino e aprendizagem. Entre 2008 e 2011, o MEC criou o projeto-piloto Um Computador por Aluno (UCA), com a aquisição de computadores portáteis para estudantes da rede pública. Essa compra fez parte do Programa Nacional de Informática na Educação (ProInfo Integrado), integrante da política nacional de tecnologia educacional do MEC, destinado a promover o uso pedagógico da informática na rede pública de ensino fundamental e médio, com a oferta de infraestrutura, capacitação e conteúdos educacionais. 

De acordo com o MEC, em 2008 - em fase experimental - o projeto foi implementado em São Paulo, Porto Alegre, Brasília, Piraí (RJ) e Palmas. Em uma segunda fase, foram adquiridos 150 mil computadores para estudantes de 380 escolas da rede pública. A infraestrutura de acesso à internet sem fio foi instalada à medida que os computadores eram entregues. Posteriormente, professores receberam capacitação para uso do equipamento e da tecnologia no processo pedagógico escolar. Os municípios e estados ficaram responsáveis por dar continuidade ao projeto. Em 2010, numa terceira etapa, o projeto¿piloto evoluiu para o Programa Um Computador por Aluno (Prouca), com apoio do Regime Especial de Aquisição de Computadores para Uso Educacional (Recompe). A partir de então, estados e municípios puderam adquirir os equipamentos portáteis de empresa selecionada por edital. Ao todo, foram comprados 375 mil computadores por 372 municípios. A avaliação de equipes de pesquisadores de 27 instituições de ensino superior norteará a continuidade do programa.


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Heber Odahyr

AVALIAÇÃO RUIM NÃO MUDA OS PLANOS DO MEC PARA A COMPRA DE LAPTOPS


Folha.com, 10/02/2012 

Avaliação ruim não muda planos do MEC para compra de laptops 

ANTÔNIO GOIS DO RIO

Mesmo com falhas de gerenciamento, capacitação e infraestrutura na implementação do programa UCA (Um Computador por Aluno), o MEC não pretende reduzir investimentos em tecnologia. Pelo contrário. Segundo Sérgio Gotti, diretor de formulação de conteúdos educacionais da pasta, mesmo sem evidência de resultados desejados até o momento, o governo continuará investindo por entender se tratar de um "caminho sem volta". O UCA foi lançado em 2010 de forma piloto em seis municípios, distribuindo cerca de 150 mil laptops para professores e alunos de mais de 300 escolas públicas. A Folha obteve estudo encomendado pelo governo federal à UFRJ em cinco dos seis municípios que participaram do projeto piloto. Ele mostra que a iniciativa sofreu com problemas como falta de infraestrutura das escolas, capacitação insuficiente de professores e manutenção inadequada. Os aspectos positivos destacados no estudo foram o maior domínio da informática por parte dos alunos, resultados melhores nas escolas em que os estudantes puderam levar os computadores para casa e até alguns benefícios na alfabetização de crianças de seis anos.

No entanto, o uso dos equipamentos como ferramenta pedagógica em sala de aula ficou aquém do esperado. Nas entrevistas que os avaliadores fizeram com os docentes, foram relatadas queixas sistemáticas de implementação de forma atropelada e apressada do programa, reduzindo o entusiasmo inicial das escolas com a inovação. O programa nunca chegou a empolgar a equipe do ex-ministro da Educação, Fernando Haddad, mas tinha a simpatia da Presidência da República. Foi o então presidente Lula que, em 2005, ao ser apresentado à ideia no Fórum Econômico Mundial em Davos (Suiça), determinou que um grupo de trabalho atuasse para viabilizá-lo. O uso de tecnologias em sala de aula é um tema controverso entre educadores, pois trata-se de um alto investimento com poucas evidências empíricas de efeitos significativos no aprendizado. Há estudos que chegam a identificar até piora no desempenho. 

Um caso emblemático é o da cidade de Kyrene, no Estado americano do Arizona, que investiu US$ 33 milhões entre 2005 e 2010 para adaptar as salas de aulas antigas. Até lousas foram trocadas por telas interativas. A cidade, no entanto, não registrou ganho de aprendizagem. Anteontem, o ministro da Educação, Aloizio Mercadante, anunciou que a compra de tablets --revelada pela Folha-- terá como alvo os professores, que devem receber até o fim do ano 600 mil aparelhos. Gotti, do MEC, defende a decisão. Ele argumenta que, mesmo sem evidências até o momento dos benefícios pedagógicos, o país não pode deixar de procurar formas de inovar no ensino. "Como disse o ministro, não é possível ficarmos alheios à tecnologia. Temos um compromisso moral com as escolas públicas de investir em novos equipamentos, pois sabemos que as particulares já estão fazendo isso."

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sábado, 28 de janeiro de 2012

PROGRAMA DE FORMAÇÃO CONTINUADA COM DOCENTES DO ENSINO BÁSICO - 2012

C O N V I T E

Estamos convidando @s interessad@s a participar do Programa de Formação Continuada com Docentes do Ensino Básico - 2012, a fazerem sua inscrição e com isso podermos compartilhar das ações/atividades que serão desenvolvidas no decorrer do ano de 2012. 

As atividades iniciar-se-ão no dia 25/02/2012 (conforme Flayer abaixo).

Aguardamos com muita satisfação a sua presença. 




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EDUCAÇÃO CONTRA A ECONOMIA VERDE

Educação contra a economia verde
Raquel Júnia (27/01/2012) -

Durante o Fórum Mundial da Educação, educadores debatem como abordar a justiça ambiental a partir de uma perspectiva crítica

            Justiça ambiental: as práticas educativas para a construção de outro mundo possível foi um dos temas debatidos durante o Fórum Mundial de Educação Crise Capitalista, Justiça Social e Ambiental, realizado em Porto Alegre, de 24 a 29 de janeiro. Para o professor brasileiro Moacir Gadotti, do Instituto Paulo Freire, presente no debate, no cotidiano da educação é preciso deixar claro que as soluções propostas pelos organismos internacionais e pelas grandes economias capitalistas para salvar o planeta da crise ambiental e econômica não são válidas. “Os países ditos desenvolvidos abusaram da pegada ecológica e não conseguem hoje assumir essa dívida. Mas isso não significa que devemos assumi-la como querem as soluções neocapitalistas apresentadas por esses próprios países. A economia verde é uma falsa solução para os problemas que vivemos hoje, é preciso ficar claro que ela não conseguirá tirar a humanidade da rota de destruição”, ressaltou.

Segundo Gadotti, sem questionar profundamente o atual modo de produção não será possível resolver a grave crise que o mundo enfrenta hoje. O professor defendeu a necessidade de politizar a questão ecológica dentro dos espaços de educação formais e não formais. “Estamos diante de uma grande oportunidade de introduzir esse tema nas escolas e fazermos uma educação também mais transformadora e popular, porque as escolas hoje estão esvaziadas de política”, observou. Gadotti lembrou Paulo Freire — com quem trabalhou diretamente — dizendo que, se ele estivesse ali presente, certamente falaria de política e defenderia a politização da questão ambiental. O professor comentou que o último texto escrito por Freire falava justamente da “ecopedagogia”. Gadotti enfatizou a necessidade de discutir justiça ambiental juntamente com justiça social, já que os dois conceitos não existem separadamente. “A prática educativa que queremos deve visibilizar, conscientizar, desfetichizar, assim como fizeram os negros, os sem-terra, as mulheres, os homossexuais, colocando no palco da história todas essas opressões”, reforçou.

Também presente na mesa de discussão, o professor espanhol Fernando Ballenilla falou sobre a necessidade de os próprios educadores conhecerem a fundo a situação atual do planeta para conseguirem realizar uma educação crítica. O professor faz parte da Red IRES, um movimento de educadores a favor de uma formação crítica, que tem entre suas atribuições o estudo da realidade atual. Ele apresentou os estudos feitos pela rede sobre a dependência mundial do petróleo, o declínio da produção petrolífera nos principais países produtores e as consequências que isso poderá trazer para a humanidade, como a escassez de alimentos devido à ocupação de terras para a produção dos biocombustíveis. “Temos um desafio enorme e pouco prazo porque este modelo está com a data de validade muito próxima de vencer. Para enfrentarmos esses desafios na educação temos que criticar o modelo tradicional de escola, mas não a partir de uma crítica tecnológica, que é a principal crítica que tem sido feita. Não podemos conceber o espaço educativo como mero reprodutor de conteúdos, precisamos trabalhar na escola como pesquisadores, trazendo os temas socioambientais relevantes, com uma perspectiva democrática, participativa, crítica e solidária”, argumentou.

Práticas educativas

O educador italiano Alessio Surian chamou a atenção para a necessidade de reconhecer os limites da escola que não dialoga com seu entorno. “Não podemos pensar que tudo que existe dentro da escola é educação e que o que está fora da escola não é. Se não existe uma ponte entre fora e dentro, precisamos pensar na necessidade de reformar essa escola”, pontuou. Para o professor, há três princípios que precisam nortear os processos educativos e que são pontes entre a educação formal e não formal. Ele os chama de coprodução, coevolução e coaprendizado, e os define como princípios que estão relacionados à legitimidade de um conhecimento que é produzido coletivamente, ao dinamismo das práticas educativas a partir do reconhecimento das diferenças e da possibilidade de mudanças constantes.

Alessio Surian também esmiuçou durante o debate ferramentas para ajudar os educadores a colocarem em prática essa outra proposta de educação a partir da discussão da justiça ambiental. Entre elas, ele apontou a apresentação do conceito de pegada ecológica. “A pegada ecológica é uma forma de tomar consciência de tudo o que estamos fazendo, consumindo, despejando na natureza. Podemos traduzir isso em termos energéticos, simbolizar em hectares, o que o torna uma das formas mais concretas e pedagógicas para tomar consciência da justiça ambiental”, explicou. Outras ferramentas citadas pelo professor são a Carta da Terra e a elaboração de uma linha do tempo que defina quais são as relações, as responsabilidades individuais e coletivas “para transformar o pessimismo do presente no futuro desejado”. Além disso, Alessio considera que um outro caminho é o próprio compartilhamento de ferramentas entre os professores e ainda a difusão das declarações já existentes dos direitos humanos, apesar das inúmeras contradições e impedimentos desses mesmos direitos. “Há um processo ratificado pelo Brasil e por quase o mundo inteiro, com um marco normativo que diz que todos têm que ser consultados pelas escolhas que vão afetar o meio ambiente e a economia”, lembrou.

Para a educadora de Burkina Faso Aminata Diallo Boly é preciso aceitar que a educação é um processo de longo prazo, que compreende também as relações culturais e históricas. Aminata contou sua experiência com a educação de populações nômades no continente africano. “Entendemos que é necessário permitir a essas populações se integrar e fazer um estudo das necessidades educativas delas com uma reflexão crítica permanentemente”, disse. A professora criticou a visão equivocada, segundo ela muitas vezes difundida, a respeito dos processos de educação não-formal, que os consideram um espaço “para os páreas ou as pessoas que não têm futuro”. Segundo Aminata, há muitos desafios no processo educativo em curso na África. “Hoje há uma explosão dos sítios de ouro, o que é um inferno para o sistema educativo, pois famílias inteiras migram para esses sítios constituindo outras demandas por educação”, exemplificou.

Fórum Social Temático

O Fórum Mundial de Educação faz parte das atividades do Fórum Social Temático Crise Capitalista Justiça Social e Ambiental, que está sendo realizado em Porto Alegre, de 24 a 29 de janeiro. O Fórum reúne milhares de pessoas em centenas de atividades, muitas delas abordando as preocupações com a Rio +20, a Conferência que acontecerá em junho, no Rio de Janeiro organizada pela ONU 20 anos após a ECO 92. Várias atividades do Fórum têm se posicionado contra o documento preliminar oficial da Rio + 20 , que aposta na economia verde como solução para a crise ambiental. O FST é uma das edições descentralizadas do Fórum Social Mundial, previsto para 2013.
 

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MOMENTO DE REFLEXÃO

Leia atentamente o Provérbio Árabe abaixo descrito e reflita se o mesmo é passível de ser aplicado à você.



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sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

1ª CONFERÊNCIA MUNICIPAL SOBRE TRANSPARÊNCIA E CONTROLE SOCIAL


1ª Conferência Municipal sobre transparência  e controle social

A Comissão Organizadora da Conferência Municipal sobre Transparência e Controle Social - CONSOCIAL, do município de Uberlândia- Minas Gerais, constituída em reunião realizada no dia 16 de dezembro de 2011, no uso de suas atribuições conferidas pelo Ministro de Estado Chefe da Controladoria-Geral da União, Jorge Hage Sobrinho, por meio da Portaria n. 309, de 14 de fevereiro de 2011, considerando a necessidade de dar cumprimento ao Regimento Interno ao disposto no artigo 29, que define sobre a Conferência Municipal, convocadas pela sociedade civil organizada, revolve: 

Artigo 1º – Convocar a 1ª Conferência Municipal sobre Transparência e Controle Social – CONSOCIAL, no município de Uberlândia – Minas Gerais, com o objetivo principal promover a transparência pública e estimular a participação da sociedade no acompanhamento e controle da gestão pública, contribuindo para um controle social mais efetivo e democrático.

Artigo 2º – A Conferência Municipal sobre Transparência e Controle Social será realizada no município de Uberlândia, Minas Gerais, nos dias10 de fevereiro de 2012, com abertura oficial as 19h e 11 de fevereiro de 2012, com apresentação dos eixos, trabalho de grupos, votação das propostas e dos delegados, das 9h as 17h, no bloco 3Q do Campus Santa Mônica da Universidade Federal de Uberlândia, Minas Gerais. 

Artigo 3º – O evento terá como tema geral: “A sociedade no acompanhamento e controle da gestão pública”. 

Artigo 4º – Durante a sua Conferência Municipal elegerá delegados para participação na Conferência Estadual, conforme critério definido no Regimento Interno da Conferência e baseado na tabela proporcionalidade populacional e porte do município.

Artigo 5º – As instituições da sociedade civil organizada, representantes do poder público e dos conselhos de políticas públicas, poderão ser inscrever para a participação da 1ª CONSOCIAL, pelo e-mail consocial.udi@hotmail.com, no período de 1º de janeiro de 2012 a 04 de fevereiro de 2012 ou no dia 10 de fevereiro na abertura oficial. 

Artigo 6º – A Comissão Organizadora Municipal (COMU) da 1ª CONSOCIAL,foi composta em reunião realizada no dia 16 de dezembro de 2011, às 17hs, na sala João Pedro Gustin, na Câmara Municipal de Uberlândia, sendo as instituições: APARU, ASSUS, Comunidade Terapêutica Nova Criatura, as convocadoras da conferência pela sociedade civil organizada.

Artigo 7º – As deliberações da COMU serão aprovadas pelo voto da maioria dos representantes das instituições presentes ás reuniões. 

Artigo 8º – Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação.

Uberlândia- Minas Gerais, 26 de dezembro de 2011.
Márcia Santana de Sousa
Presidente
Comissão Organizadora Municipal (COMU) da 1ª CONSOCIAL



Link do Formulário de inscrições para a participação da conferência 

Site Oficial CONSOCIAL

Vídeo da CONSOCIAL

Facebook CONSOCIAL


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sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

APRENDA A UTILIZAR O PROGRAMA GOOGLE APPS


APRENDA A UTILIZAR O PROGRAMA GOOGLE APPS

Com o apoio das novas tecnologias, a sociedade está se reorganizando em rede e esta mudança impacta profundamente os valores, comportamentos, processos e modelos de negócio com os quais fomos criados na sociedade industrial.
Este contexto cria a oportunidade de inovar a forma como vemos as organizações empresarias, a atividade profissional e a nossa relação com o dinheiro.
Nossa missão é, ao acompanhar a evolução das Histórias deste mundo novo, detectar e estruturar oportunidades de aprendizagem em rede (coletiva, distribuída e contribuída) que possibilitem o aumento de renda dos participantes associados ao desenvolvimento sustentável das comunidades e redes sociais que participam.


Assista ao vídeo abaixo, é muito interessante e estimulador.

Sugerimos os caminhos abaixo para você iniciar seus exercícios de aprendizagem sobre o Google Apps.
Escolha entre estes ou crie um próprio.
Não precisa escolher só um nem realizá-los em  ordem pois eles não são excludentes e, ao contrário, são complementares para quem realmente quer se tornar uma especialista em Google Apps .
Priorize pelo seu problema de curto prazo e vá evoluindo a partir daí.
Quando você estiver com a “mão na massa” a equipe@escoladateia e o Eixo-3 - Meio Ambiente e Saúde estão a sua disposição para ajudar pelo atendimento online.É muito importante que você APRENDA FAZENDO e portanto conte com a nossa ajuda para dúvidas práticas na hora da execução.
Utilize as seções conteúdos e acompanhamento bem como a interação com outros participantes do programa para debates e aprofundamentos teóricos.

  • USAR UMA CONTA GOOGLE APPS
O Google Apps oferece uma grande quantidade de ferramentas para seus usuários
A todo instante são adicionadas novas ferramentas e funcionalidades.
Algumas podem ser até descontinuadas em função da falta de interesse dos usuários.
Em função disto a relação do usuário com o Google Apps é dinâmica, evolutiva, viva!
Não se deve querer dominar tudo, aprender tudo de uma vez só.
O interessante é evoluir junto.
Perceber na relação diária o que mudou e porque mudou.
Este é o grande aprendizado!
A maior riqueza é interagir, explorar, pesquisar, utilizar, experimentar e vivenciar as possibilidades que as ferramentas te trazem.
Se você já tem uma conta google, aprofunde seu conhecimento navegando pelos links que nunca navegou.Veja o que mais você pode obter do menu principal que você ainda não tinha visto.
Se você não tem uma conta google e quer ter uma da @escoladateia é só solicitá-la NESTE FORMULÁRIO.
Tem uma apresentação neste LINK que dá uma primeira visão geral do Google Apps (pode demorar um pouquinho para carregar, mas tendo um pouquinho de paciência, vale a pena).

  • ADMINISTRAR UMA CONTA GOOGLE APPS
Como administrador, você terá acesso a todas as definições do Google Apps em seu próprio domínio.
Regras de acesso, Inclusão e exclusão der contas, inclusão e exclusão de serviços, definição de permissões para os usuários, criação de grupos, acesso aos relatórios de utilização das contas, integração de aplicações de terceiros ao seu dominio do Google Apps através do marketplace entre outras.
Se você não vai implantar o Google Apps agora, na prática, em uma escola ou cliente (príoximos caminhos sugeridos) você pode exercitar a condição de administrador abrindo um Google Apps standard (gratuito e com limitação de usuários e funcionalidades) para seu domínio clicando AQUI.

  • VENDER E ENTREGAR LICENÇAS DO GOOGLE APPS PREMIERE
Para utilizar o Google Apps sem nenhuma limitação de usuários e funcionalidades é necessário a aquisição de licenças de uso.
O preço varia de US$ 75,00 a US$ 90,00 por usuário por ano.
O valor em dólares é convertido para reais pelo câmbio da data em que é feita a compra pelo cliente.
É necessária uma licença de resseler (revendedor) do Google para estar apto a fazer esta venda para clientes.
A Empresa Teia é um dos resselers do Google Apps no Brasil e como tem como missão criar oportunidades de desenvolvimento econômico para as pessoas e comunidades com as quais trabalha, estende esta condição para os participantes do programa de formação de especialistas.
Desta forma, podem exercitar o conhecimento sobre as ferramentas, aprendendo a argumentação de vendas e atuando como revendedores.
O Google paga uma comissão de vendas que, após descontados os custos administrativos da transação, são repassadas ao participante do programa de formação.
É uma forma de aprender e junto ganhar dinheiro.
As receitas potenciais não se limitam a comissão sobre as licenças, pois, como especialista, os participantes do programa podem vender serviços de implantação, customização, treinamento e manutenção para seus clientes livremente.
A equipe@empresateia, acompanha e ajuda o participante do programa através do atendimento online em todas as etapas do processo: pré-venda, venda, implantação e pós-venda.
Se você tem um cliente e potencial e quer começar a se exercitar desta forma acesse o atendimento online e converse com a equipe@empresateia.

  • IMPLANTAR O GOOGLE APPS EDU EM UMA ESCOLA
O Google Apps EDU é idêntico ao PREMIERE.
A diferença é que é gratuito para ser utilizado em processos educacionais nas escolas públicas.
É uma grande oportunidade para exercitar todos os itens anteriores de uma vez só e ainda contribuir para o melhor aparelhamento tecnológico das escolas públicas.
Com o Apps EDU implantado, a escola pode fornecer contas individuais para cada aluno e com isto criar novas e enormes possibilidades de atividades educacionais em rede.
Como vantagem extra, o participante do programa que quer se tornar um revendedor pode utilizar a implantação na escola como “vitrine” do seu trabalho para potenciais clientes.
A equipe@escoladateia também apoia o participante, pelo atendimento online, em todas as etapas necessárias para esta implantação.
Na verdade, a motivação de se fazer este programa de formação de especialistas originou-se em função do acordo que foi feito entre o Google e o Governo do estado de Minas Gerais.Veja o evento de assinatura do acordo clicando AQUI.
Se você já tem uma escola para começar a se exercitar desta forma acesse o atendimento online e converse com a equipe@escoladateia ou peça orientações à equipe do Eixo-3 - Meio Ambiente e Saúde (www.rede.proex.ufu.br).

Publicado por:
Heber Odahyr